quarta-feira, 27 de maio de 2015
FUCAMP sedia evento em parceria com o Ministério da Agricultura
Na Semana Nacional dos Alimentos Orgânicos, os Cursos de Agronomia e Ciências Biológicas da FUCAMP, em parceria com o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, realizam no Anfiteatro da Instituição, às 19h da quinta-feira, 28, um evento acadêmico que irá abordar e debater as dúvidas sobre os produtos orgânicos.
Também será exibido o documentário “O veneno está na mesa”, do cineasta Sílvio Tendler.
A Semana dos Alimentos Orgânicos é organizado todos os anos para oferecer informações aos consumidores quanto aos produtos orgânicos, onde encontrá-los e como são produzidos. A proposta é divulgar para a população os benefícios ambientais, sociais e nutricionais desses alimentos.
Hoje, a área de orgânicos no Brasil é de cerca de 750 mil hectares, contando com mais de 10 mil produtores e aproximadamente 13 mil unidades de produção.
Alunos de Agronomia realizam visita técnica ao CEASA de Uberlândia
No sábado, 16, os alunos do 7º período de Agronomia realizaram uma visita técnica ao Centro Estadual de Abastecimento S/A (CEASA) de Uberlândia, com o intuito de demonstrar as inovações e tecnologias utilizadas na pós-colheita de frutas e hortaliças.
A pós-colheita dos produtos e a comercialização são as etapas finais da cadeia produtiva, sendo importante para a chegada dos produtos à mesa dos consumidores.
Os CEASAs são empresas estatais ou de capital misto (público e privado), destinadas a aprimorar a comercialização e distribuição de produtos hortifrutigranjeiros. Hoje, a grande parte das frutas, legumes, e flores comercializadas em feiras, supermercados, restaurantes e sacolões foram por eles compradas por meio do CEASA.
O funcionamento do CEASA é fundamentado na participação de 3 agentes principais: comerciantes, produtores e compradores. De forma simplificada, o funcionamento ocorre da seguinte maneira: O agricultor envia caminhões com sua produção ao Ceasa que vendem aos compradores (varejistas). O valor recebido é repassado aos produtores rurais e a CEASA cobra taxas para comercializar a produção e manter o ambiente adequado ao comércio.
As perdas de produtos devido a práticas inadequadas de transporte, armazenamento e manuseio constituem um dos grandes problemas da CEASA.
Os agrônomos são profissionais que trabalham para encontrar soluções para a redução dessas perdas, gerando produtos em maior quantidade, qualidade, e com menores desperdícios.
A visita proporcionou aos alunos a prática das situações, agregando aos conteúdos ministrados em sala de aula.
Docentes de Agronomia estudam fungos e bactérias
Os alunos do 3º período do Curso de Agronomia tiveram uma aula de Microbiologia em que desenvolveram a montagem e preparação de lâminas para cultura de bactérias e fungos.
A professora Ursula Abreu da Silva explicou os meios de cultura específicos para fungos e bactérias.
Para isso, os alunos utilizaram os materiais recolhidos como folhas, frutos, sementes ou outros materiais vegetais para prepararem o meio de cultura dos fungos e bactérias. Com auxílio de uma alça metálica e lâmina cortante, retiraram a estrutura do fungo para colocar em lâmina de vidro com corante lugol e lamínula, para observação em microscópio de suas estruturas características.
Posteriormente, eles fizeram a receita do meio de cultura mais simples para repicar fungos: o meio de batata dextrose ágar (BDA) e o meio de cultura 523 (Kado & Heskett, 1970).
Com esse experimento, os estudantes poderão observar o crescimento e desenvolvimentos das colônias para aprenderem a identificar os tipos de fungos e bactérias.
A professora Ursula Abreu da Silva explicou os meios de cultura específicos para fungos e bactérias.
Para isso, os alunos utilizaram os materiais recolhidos como folhas, frutos, sementes ou outros materiais vegetais para prepararem o meio de cultura dos fungos e bactérias. Com auxílio de uma alça metálica e lâmina cortante, retiraram a estrutura do fungo para colocar em lâmina de vidro com corante lugol e lamínula, para observação em microscópio de suas estruturas características.
Posteriormente, eles fizeram a receita do meio de cultura mais simples para repicar fungos: o meio de batata dextrose ágar (BDA) e o meio de cultura 523 (Kado & Heskett, 1970).
Com esse experimento, os estudantes poderão observar o crescimento e desenvolvimentos das colônias para aprenderem a identificar os tipos de fungos e bactérias.
Estudantes de Agronomia fazem aula prática de adubos e adubação
Os alunos do 5º período do Curso de Agronomia participaram no sábado (9), de uma aula prática da disciplina Adubos e Adubação, na área Experimental da FUCAMP. Em sala de aula, baseado em análises de solo, os alunos aprenderam a calcular a quantidade de adubo necessário para suprir as exigências nutricionais da planta.
Já em campo, eles aprenderam com o colaborador Márcio José Bitencourt, a regular a semeadora para que caia a quantidade de adubo necessário ao desenvolvimento da planta, bem como a aplicar o adubo durante a semeadura da cultura.
“Essa etapa é fundamental antes do plantio da cultura no campo pois, o Engenheiro Agrônomo, além de determinar para o produtor a quantidade e qual adubo que ele irá aplicar na lavoura, precisa orientá-lo na regulagem da máquina que irá utilizar para aplicar o adubo.” Conclui a Coordenadora do Curso, Luciana Lima.
Já em campo, eles aprenderam com o colaborador Márcio José Bitencourt, a regular a semeadora para que caia a quantidade de adubo necessário ao desenvolvimento da planta, bem como a aplicar o adubo durante a semeadura da cultura.
“Essa etapa é fundamental antes do plantio da cultura no campo pois, o Engenheiro Agrônomo, além de determinar para o produtor a quantidade e qual adubo que ele irá aplicar na lavoura, precisa orientá-lo na regulagem da máquina que irá utilizar para aplicar o adubo.” Conclui a Coordenadora do Curso, Luciana Lima.
Docentes de Agronomia realizam aula prática de Microbiologia
No sábado (9) os alunos do 3º Período do Curso de Agronomia participaram de uma aula prática da Disciplina de Microbiologia, com a Professora Ursula Abreu da Silva.
O objetivo da aula foi trabalhar o uso de microscópio, coloração de gram (técnica que permite identificar tipos de bactérias) e observação ao microscópio de fungos e bactérias.
A Professora Ursula desenvolveu as atividades de apresentação do microscópio ótico, suas partes e a utilização. Em seguida fez apresentação de todos os reagentes da coloração de Gram, mostrando o porquê da utilização produtos. Além da apresentação do corante Lugol para colorir estruturas hialinas de fungos.
Os estudantes puderam observar as lâminas de fungos do tipo leveduras, bactérias como Neisseria, Staphylococcus e Bacilo Gram negativo. As formas das suas estruturas e coloração obtida com o uso do corante específico para bactérias ou fungos.
Após a observação, a Professora e os alunos discutiram a respeito de cada microrganismo. Sobre a patogenia, se eram gram positivo ou gram negativo, e sua importância para a Microbiologia.
As aulas práticas são importantes pois deixam os alunos mais próximos das atividades que poderão desenvolver.
O objetivo da aula foi trabalhar o uso de microscópio, coloração de gram (técnica que permite identificar tipos de bactérias) e observação ao microscópio de fungos e bactérias.
A Professora Ursula desenvolveu as atividades de apresentação do microscópio ótico, suas partes e a utilização. Em seguida fez apresentação de todos os reagentes da coloração de Gram, mostrando o porquê da utilização produtos. Além da apresentação do corante Lugol para colorir estruturas hialinas de fungos.
Os estudantes puderam observar as lâminas de fungos do tipo leveduras, bactérias como Neisseria, Staphylococcus e Bacilo Gram negativo. As formas das suas estruturas e coloração obtida com o uso do corante específico para bactérias ou fungos.
Após a observação, a Professora e os alunos discutiram a respeito de cada microrganismo. Sobre a patogenia, se eram gram positivo ou gram negativo, e sua importância para a Microbiologia.
As aulas práticas são importantes pois deixam os alunos mais próximos das atividades que poderão desenvolver.
Acadêmicos de Agronomia realizam cultivo orgânico de hortaliças
No sábado (9) os alunos do 5º período de Agronomia realizaram o plantio de hortaliças no Sistema Orgânico de produção.
Os estudantes plantaram duas variedades de alface, rúcula, feijão, vargem, beterraba e quiabo. Durante a aula, o Professor Olavo Custódio Neto, da disciplina de Agricultura Orgânica, fez demonstrações das técnicas de preparo dos canteiros e das etapas de produção orgânica. “Deste modo, não serão usados adubos químicos de alta solubilidade e nem defensivos agrícolas. Utilizaremos apenas sistemas naturais para combater pragas e fertilizar o solo.” Explica Olavo.
O intuito das aulas práticas são agregar aos alunos, conhecimentos práticos ao conhecimento teórico adquirido em sala de aula.
Os estudantes plantaram duas variedades de alface, rúcula, feijão, vargem, beterraba e quiabo. Durante a aula, o Professor Olavo Custódio Neto, da disciplina de Agricultura Orgânica, fez demonstrações das técnicas de preparo dos canteiros e das etapas de produção orgânica. “Deste modo, não serão usados adubos químicos de alta solubilidade e nem defensivos agrícolas. Utilizaremos apenas sistemas naturais para combater pragas e fertilizar o solo.” Explica Olavo.
O intuito das aulas práticas são agregar aos alunos, conhecimentos práticos ao conhecimento teórico adquirido em sala de aula.
Aluno de Agronomia faz experimento de TCC na Área Experimental da FUCAMP
O aluno Giovani Trindade dos Santos, do 7º período de Engenharia Agronômica está desenvolvendo seu experimento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na área Experimental da FUCAMP.
No final do ano passado ele realizou o plantio da soja e no dia 11 de abril, concluiu a colheita.
O objetivo do seu experimento foi avaliar a produtividade em sacas por hectare, peso de mil grãos e absorção de Nitrogênio foliar.
Na área experimental Giovani montou 3 blocos com 8 parcelas e três repetições para cada tratamento totalizando 24 parcelas.
O aluno utilizou em uma parte das parcelas, diferentes doses de nitrogênio, associado ao inoculante. O inoculante são bactérias do gênero Rhizobium que são fixadoras de nitrogênio e ajudam no desenvolvimento no sistema radicular das plantas. Essas bactérias são utilizadas para que a cultura possa alcançar seu mais alto potencial produtivo.
Para fazer a análise ele realizou a colheita de um metro quadrado de cada parcela plantada, mediu a altura das plantas e o comprimento do sistema radicular. Ainda durante a análise, Giovani utilizou o Software SISVAR, programa de análises estatísticas muito utilizado pelos agrônomos.
Com esta experiência Giovane concluiu que para maior eficiência de produção de soja, em sacas por hectare no cerrado mineiro, é necessário realizar o tratamento com 20 kg de nitrogênio por hectare, associado com inoculante com dose especificada do fabricante.
O trabalho ainda encontra-se em fase de execução, com resultados e publicação na internet previstos para o segundo semestre de 2015.
Parabéns Giovani pelo empenho na pesquisa e execução de seu projeto de TCC.
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